Um confeiteiro de Minas Gerais transformou a Copa do Mundo em ritual de compartilhamento, levando brigadeiros e doces caseiros para os estádios — mostrando como a gastronomia informal ainda estrutura a forma como a gente vive o futebol.
Um confeiteiro de Minas Gerais transformou a Copa do Mundo em ritual de compartilhamento, levando brigadeiros e doces caseiros para os estádios — mostrando como a gastronomia informal ainda estrutura a forma como a gente vive o futebol.
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