Guia · Belo Horizonte
Os melhores restaurantes de Belo Horizonte
Curadoria editorial das críticas do gastronomizaê na capital mineira — visita anônima, conta paga, escala de 5 facas. Da alta gastronomia mineira contemporânea ao boteco com charcutaria artesanal.
Cozinha Tupis
No primeiro andar do Mercado Novo, escondido como promessa que se cumpre, o Tupis trata a comida brasileira como pesquisa. Cada prato é uma posição editorial sobre o que é cozinhar nessa cidade — coerência sem chamas pirotécnicas.
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Est! Est!! Est!!!
O carbonara que mais perto chega da matriz romana em BH, sem importar nada. Massa fresca, guanciale curado em casa, gema de galinha caipira. Cozinha italiana que entendeu: tradição é técnica, não folclore.
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Ninita
Da carta de drinks ao polvo com açafrão, é o lugar onde o tempo deixa de ser variável. A cozinha pisa fundo nas referências brasileiras sem nostalgia — o que importa é o presente do prato.
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Nicolau Bar da Esquina
O boteco que reescreveu a gramática do petisco mineiro: rabada vira croquete, pão de queijo recebe pastrami, a língua de boi atravessa o Atlântico. Três críticas chegaram à mesma conclusão — boteco que pensa cozinha, não álibi.
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Cozinha Santo Antônio
O arroz de pato servido em terracota artesanal virou síntese editorial do que BH pode oferecer. Empada de queijo, bifão do Agostinho — a cozinha mineira tratada como ponto de partida, não de chegada.
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Cultura Gastrobar
O pastel de vento que cresceu, sem deixar de ser pastel. Boteco que respeita a hierarquia mineira do balcão — primeiro a cerveja, depois o petisco que cabe no copo.
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