Gusto Mio
Aberta em 2016, faz em casa boa parte do que vai no gelato: geleias, pasta de pistache e de avelã, caramelos e até os waffles crocantes que acompanham. Sem corante, aromatizante ou conservante artificial.
Hoje é 23 de setembro, Dia Nacional do Sorvete desde 2002. Reunimos sete casas de produção própria em Belo Horizonte e região, da tradição de 1965 do Picolé do Amado ao pistache importado da Sicília na Goccia di Latte.
Critério de seleção: Sete casas de sorvete e gelato artesanal em Belo Horizonte e região metropolitana, reunidas para o Dia Nacional do Sorvete. O critério foi produção própria e processo artesanal declarado pela casa (sem gordura vegetal hidrogenada, sem os aditivos típicos do gelado industrial — ver nossa matéria sobre a diferença entre os dois). Endereços, história e composição foram checados nos canais oficiais de cada marca e em reportagens publicadas, não em visita do gastronomizaê: nenhuma casa desta lista foi provada por este veículo e por isso nenhuma leva nota. Nenhuma delas pagou para estar aqui.
Aberta em 2016, faz em casa boa parte do que vai no gelato: geleias, pasta de pistache e de avelã, caramelos e até os waffles crocantes que acompanham. Sem corante, aromatizante ou conservante artificial.
Fundada pelos italianos Maurizio Massarotto e Adriano Bitti, vindos da Sardenha. O pistacchio di Bronte, sabor mais pedido da casa, leva pistache importado da cidade siciliana de Bronte.
Criada pelo italiano Luca Lenzi, de Florença. Cada uma das sete lojas produz o próprio gelato diariamente, para evitar a variação de cremosidade que o transporte causaria. São 26 sabores no cardápio, entre fixos e rotativos.
A família Gasparetto começou em 2016 usando leite in natura direto da fazenda e baixa incorporação de ar na batedeira, o que resulta num sorvete mais denso. Sem conservante nem gordura trans.
Fundada em 1996 por Juliana e Frederico Scucato, foi uma das pioneiras dos sabores diferenciados em BH — começou vendendo cerca de 100 kg de sorvete por mês nos fundos da loja, nos Funcionários. Hoje soma cerca de 70 sabores de sorvete e 25 de picolé, sem aditivo artificial.
A tradição começou em 1965, em São João del Rei, com Amado José Vieira. Hoje a marca soma lojas em Tiradentes e Belo Horizonte, mantendo o picolé de fruta natural como carro-chefe.
Aberta em 2021 na região metropolitana, produz gelato fresco todos os dias, sem conservante, aromatizante, corante artificial ou gordura hidrogenada — opção de produção própria fora do eixo central de BH.
O Dia do Sorvete cai em 23 de setembro desde 2002, quando a Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes criou a data para estimular o consumo bem no início da primavera. É origem de marketing setorial, como registramos na matéria sobre a diferença entre sorvete de creme e gelado comestível — mas serve de pretexto útil para reunir onde, em Belo Horizonte e região, o sorvete ainda é feito por quem o vende, não comprado pronto de uma indústria de base.
Vale dizer de saída o que esta lista é e o que ela não é. É guia: reunimos casas com produção própria declarada, endereço e história conferidos nos canais oficiais de cada uma. Não é resenha. O gastronomizaê não visitou nenhuma delas para esta lista, não provou os sorvetes e, por isso, nenhuma leva nota — a visita com o método de sempre (anônima, conta paga, foto própria) ainda está para acontecer, como já avisamos na matéria sobre a data.
O endereço mais antigo da lista nem nasceu em Belo Horizonte. O Picolé do Amado começou em 1965, em São João del Rei, pelas mãos de Amado José Vieira. Sessenta anos depois, a marca chegou a Tiradentes e à capital, na Rua Albita, no Anchieta, mantendo o picolé de fruta natural como razão de existir.
Duas casas trazem a tradição do gelato diretamente da Itália. A Goccia di Latte, em Lourdes, foi fundada pelos sardos Maurizio Massarotto e Adriano Bitti; o pistacchio di Bronte, carro-chefe da casa, usa pistache importado da cidade siciliana que dá nome ao sabor. Já a Mi Garba, com sete lojas entre Savassi, Lourdes, Mangabeiras, Vila da Serra, Belvedere, BH Shopping e Diamond Mall, foi criada pelo florentino Luca Lenzi — cada unidade produz o próprio gelato todos os dias, para não depender de transporte que alterasse a textura.
Gusto Mio (Cidade Nova) e Gasparetto (Caiçaras) representam a safra mais recente, as duas abertas em 2016. A Gusto Mio faz em casa geleias, pastas de pistache e avelã e os próprios waffles. A Gasparetto aposta em leite in natura direto da fazenda e baixa incorporação de ar na batedeira, o que deixa o sorvete mais denso — o oposto do gelado industrial batido para render volume.
Antes de qualquer uma dessas, veio a Easyice. Fundada em 1996 por Juliana e Frederico Scucato, começou nos fundos de uma loja nos Funcionários vendendo cerca de 100 kg de sorvete por mês. Hoje, com sede na Savassi, soma cerca de 70 sabores de sorvete e 25 de picolé.
A maioria dos sorvete artesanal de BH se concentra na Savassi, em Lourdes e no entorno. A exceção nesta lista é a Pamar Gelato Artesanal, aberta em 2021 na Fonte Grande, em Contagem — gelato fresco produzido todos os dias, sem os aditivos do gelado industrial.
Gusto Mio · Rua Dr. Júlio Otaviano Ferreira, 655, Cidade Nova
Goccia di Latte · Av. Álvares Cabral, 1039, Lourdes
Mi Garba · Savassi (e mais seis unidades pela cidade)
Gasparetto Sorvetes · Rua Bráz Baltazar, 183, Caiçaras
Easyice · Rua Professor Moraes, 476, Savassi
Picolé do Amado · Rua Albita, 664, Anchieta
Pamar Gelato Artesanal · Rua de Adão, 10, Fonte Grande, Contagem
Guia sem visita: endereços, história e composição vieram dos canais oficiais de cada marca e de reportagens publicadas (O Tempo, Estado de Minas, Portal Oficial de Belo Horizonte, entre outras), não de apuração própria no local. Nenhuma casa pagou para estar nesta lista. Foto de capa ilustrativa, de gelateria não identificada — não retrata nenhum dos endereços citados.
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